Danilo Paiva Ramos (coordenador)
Danilo Paiva Ramos é Antropólogo. Professor adjunto C do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e professor efetivo do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS-UFSCar). Desenvolve pesquisas em etnologia indígena, com ênfase em estudos sobre xamanismo, ontologia e linguagem, arte verbal e saúde indígena.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/6378007617291081
Francisco Gaspar
Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2005), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2009) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2015), com doutorado-sanduíche na Ludwig-Maximilians-Universität München (2012-2014). Atualmente é professor adjunto no Departamento de Filosofia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e membro do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da mesma universidade. Seu campo de pesquisa do ponto de vista histórico é a filosofia clássica alemã, particularmente Kant, Maimon, Fichte, Jacobi e Schelling, incluindo também a obra de Nietzsche. Tem interesse sistemático em metafísica e epistemologia, com foco nos seguintes temas: a fundação do saber na autoconsciência, síntese entre pensamento e ser (lógica e ontologia), o destino da ontologia e da metafísica clássicas, as relações entre linguagem, ontologia, autoconsciência e intersubjetividade, bem como as relações entre filosofia e antropologia e psicologia.
CV Lattes: https://lattes.cnpq.br/0406230537993999
Geraldo Luciano Andrello
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1986), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1993) e doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2004). Participou de vários projetos de pesquisa e assessoria entre grupos indígenas de Roraima e do Alto Rio Negro, Amazônia brasileira, em especial com os Taurepáng, Tukano e Tariano. Suas pesquisas se concentram na história e na situação contemporânea das sociedades indígenas no norte amazônico e nas questões socioambientais com as quais as organizações indígenas vêm se envolvendo desde a década de 1990. Nesse campo, atuou como assessor da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) entre 1994 e 2008, colaborando em inúmeros convênios e projetos ambientais e culturais que essa organização desenvolve junto a vários grupos indígenas do Rio Negro, com apoio de órgãos de governo e agências internacionais. Atualmente é professor de antropologia na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/5447074379881029
João Paulo da Silva
João Paulo da Silva é mestre e doutor em Letras e Linguística pela Universidade de São Paulo (USP). Ingressou na UFSCar em 2016, no Departamento de Psicologia, ao qual está associado como professor Adjunto, nível 2, para atuar nas disciplinas de Linguística e Língua Portuguesa do Curso de Bacharelado em Tradução e Interpretação Libras/Língua Portuguesa (TILSP). Suas pesquisas se voltam para a descrição linguística da Libras, do ponto de vista da multimodalidade e intercorporeidade características das interações humanas. É membro do “Laboratório Linguagem, Interação, Cultura e Cognição” (LLICC), da USP e do "Grupo de pesquisa em Etnografia, Linguagem e Ontologia" (ELO) da UFSCar.
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Bruna Vieira de Oliveira
Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestra em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Bacharel em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará - campus Cariri (atual UFCA). Bolsista Capes, pesquisa o Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, irmandade vítima da violência estatal em um dos massacres ocorridos nas primeiras décadas do século XX, no interior do Ceará. No mestrado, pesquisou a violência na Paraíba, com a produção do livro-reportagem "Mães na Dor: mulheres órfãs de filhos" e na graduação trabalhou a relação entre rádio e futebol na Região Metropolitana do Cariri cearense. Foi monitora no Projeto de Graduação Mapeamento das Práticas Comunicacionais da Região Metropolitana do Cariri (2012-2013). Atuou como repórter, produtora, editora e âncora em rádio, TV, jornal impresso e digital: TV Verdes Mares Cariri (afiliada Globo), TV Evangelizar, Record News, CBN Cariri e João Pessoa, Jangadeiro FM (grupo afiliado ao SBT e Band à época), Correio da Paraíba (grupo afiliado à Record) e Cariri Revista. Coordenou a assessoria de imprensa da Prefeitura de Barbalha (CE). Tem experiência em comunicação institucional e campanhas eleitorais. Vencedora dos prêmios SBR Pfizer (2019, 2017, 2016), Fenacor (2016) e Criança PB (2015). Recebeu placa de homenagem do Sincor (PB) e ingressou nos anais da Assembleia Legislativa da Paraíba. Integrou a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Ceará, Sindjorce (2022-2025).
CV Lattes: https://lattes.cnpq.br/5124369629984165
Caio Monticelli
Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos (2017), Mestre (2020) e Doutor (2025) em Antropologia Social pela mesma instituição. Possui experiência em Etnologia Indígena, pesquisando temas relacionados à prática da religião Adventista do Sétimo Dia pelo povo Taurepáng (norte de Roraima). É membro do Laboratório de Etnologias Transespecíficas da Universidade Federal de São Carlos (LETS/UFSCar) e do grupo de pesquisa Etnografia, Linguagem e Ontologia (ELO/UFSCar). Em 2018, atuou como professor colaborador no Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena, da Universidade Federal de Roraima (Insikiran/UFRR). Áreas de interesse: Cristianismo Indígena; Xamanismo; Cosmologia; Paisagens Espirituais; Artes Verbais; Educação Intercultural; Escrita Acadêmica; Antropologia da Saúde.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3195580330549304
Evandro de Sousa Bonfim
Evandro Bonfim é Pesquisador Visitante na Universidade de São Carlos (UFSCar), Professor Colaborador do Museu Nacional (UFRJ), integrante da Comissão de Línguas Indígenas da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN) e responsável pela Comissão de Revitalização e Retomadas Linguísticas no GT Nacional da Década Internacional das Línguas Indígenas da UNESCO.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/4706924896241987
Maria Luisa Freitas
Professora Adjunta no Departamento de Letras e no Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atualmente, vinculada ao Programa de Pós-Doutorado da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Doutora e Mestre em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com período sanduíche no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Bacharel e Licenciada em Letras, com habilitação em Linguística e em Português, respectivamente, e formação complementar em Antropologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É líder do Núcleo de Estudos Indigenistas - NEI (CNPq). Coordena a Comissão de Línguas Indígenas da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: morfologia; sintaxe; tipologia linguística; documentação e descrição de línguas indígenas; revitalização linguística.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/8288879475077761
Gabriel Sanchez
Graduação em Ciências Sociais (2016), com ênfase em Antropologia e mestrado em Antropologia Social (2019) pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atualmente é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da mesma instituição. Atua como membro do Laboratório de Etnologias Transespecíficas (LETS) e do grupos de pesquisas HUMANIMALIA: Antropologia das relações humano-animais e ELO: Etnografia, linguagem e ontologia. Possui experiência na área de antropologia das relações entre humanos e animais, etnologia indígena. Desenvolve pesquisa com os Kujubim (Txapakura) e outros povos que compõem a Terra Indígena do Rio Guaporé (Rondônia) desde 2017, tendo como foco de investigação as relações entre humanos, animais e as múltiplas línguas que constituem esse complexo cenário pluriétnico, linguístico e multiespecífico.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/5436899650782932
Maria Carolina Arruda Branco
Doutoranda em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar/SP). Mestre em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Sociocultural da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD/MS). Bacharel e Licenciada em Ciências Sociais. Desde 2020, desenvolve pesquisas com o povo Kiriri do Acré, no Sul de Minas Gerais. Durante o mestrado, estudou questões de liderança feminina junto a esse povo, e no doutorado, pesquisa a relação entre Mulheres, Plantas e Encantados no Toré do povo Kiriri do Acré. Atuou em políticas públicas de alta complexidade no Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É pesquisadora vinculada aos seguintes grupos de pesquisa: Humanimalia - Antropologia das Relações Humano-Animais (UFSCar); ELO - Etnografia, Linguagem e Ontologia (UFSCar); Etnologia e História Indígena (UFGD); Mundéu - Laboratório de Antropologia, Etnografia e suas Variações (UEMS/ UFGD) e OIRO - Observatório de Inovações, Redes e Organizações (UFOP). Possui interesse em temas que abrangem etnologia indígena no Nordeste e Leste, teoria antropológica, lideranças, sujeitos outros-que-humanos, mulheres indígenas, políticas públicas e territorialidade. Bolsista FAPESP. Associada à ABA. Associada à ANAÍ.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/6941883296882631
Valéria da Silva Santos
Valéria da Silva Santos é antropóloga, formada em Ciências Sociais pela UFBA (2022), com pesquisa em interculturalidade, intermedicalidade, corpo, gênero e saúde. Atuou no Projeto Quilombo Legal (2022/2023), voltado à demarcação territorial na Bahia, no Programa de Pesquisa Tandem Brasil-Noruega-China (2023) e na Secretaria de Cultura de Caetité (BA, 2024), desenvolvendo trabalho de campo, visitas a comunidades, sistematização de dados e articulação institucional, com foco na valorização cultural e no fortalecimento de práticas de cuidado em saúde."
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/9066876323798011
Leonardo Correia Marcoccia
Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Bacharel em Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia e Arqueologia, pela UFPR (2020). Desenvolveu pesquisas com comunidades Guarani Mbya no litoral do Paraná, investigando às didáticas e espaços de ensino da língua Mbya em contextos digitais e suas correlações cosmológicas com os usos das palavras. Atuou como bolsista de extensão no Projeto "Gestão do Acervo Arqueológico do MAE-UFPR" (2022-2024), coordenado pelo Arqueólogo Dr. Sady Pereira do Carmo. No qual desenvolveu atividades relacionadas à organização, análise, descrição e catalogação de bens arqueológicos móveis, sobretudo pesquisas de métodos de reconstrução e gestão informacional de acervos arqueológicos e etnológicos. Tem interesse nas áreas de antropologia linguística, etnologia indígena, ontologia e linguagem, didáticas indígenas no ensino de línguas e gestão de acervos.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/4136287417303692
Lorena Goulart Vieira
Graduação em Ciências Sociais em andamento pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Afiliada ao Grupo de Pesquisa em Etnografia, Linguagem e Ontologia - ELO (CNPq) desde Abril de 2025.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1944317178573079
Amilton Rosa de Lima
Formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e em Produção Audiovisual pela Unitri. Durante a graduação em Ciências Sociais, desenvolveu pesquisa sobre a magia na Igreja Universal do Reino de Deus e a ressemantização, por ela operada em seus cultos e discurso, das religiões afro-brasileiras.Tem experiência em comunicação e audiovisual. Graduou-se também em Produção Audiovisual. Posteriormente, atuou profissionalmente em áreas ligadas ao audiovisual, com experiência em produção de TV, edição de vídeo no âmbito jornalístico e publicitário. Também trabalhou como gestor de inovação no Sebrae.No mestrado pela UFU, investigou as transformações na produção fílmica dos Mebêngôkre (Kayapó), considerando os grupos e projetos com os quais mantiveram interlocução. Atualmente, no doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), mantém-se pesquisando essa produção fílmica, com enfoque em seu papel como espaço de luta e memória.Atualmente integra o Laboratório de Etnologias Transespecíficas (LETs/UFSCar) e o Grupo de Pesquisa em Etnografia, Linguagem e Ontologia (ELO/UFSCar).
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1489349304697944
Camila Leite Ondei
Mestranda em Antropologia Social pela Universidade Federal de São Carlos.Cursou Graduação em Ciências Sociais - Licenciatura e Bacharelado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus Unesp Araraquara (2017-2022).
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1357855292187555
Juana Lucía Cabrera Prieto
Posee graduación en Antropología de la Universidad Nacional de Colombia y una maestría en Antropología Social de la Universidade Federal de Rio Grande do Sul..Trabaja hace más de una década con el pueblo indígena Urarina, en la cuenca del río Chambira, Amazonía Peruana.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/9368198331989935
Michel Barbará
Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos, com ênfase em Antropologia e Sociologia; Mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de São Carlos (PPGAS/UFSCar), e doutorando em Antropologia Social pela mesma instituição (PPGAS/UFSCar). Atualmente é Membro e pesquisador do Laboratório de Etnologia Transespecífica (LETS/UFSCar), do grupo de pesquisa Etnografia, Linguagem e Ontologia (ELO/UFSCar) e integrante do projeto Etnografias da dívida: rede de pesquisas sobre financeirização em perspectiva comparada.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/7077464105370061
Larissa Moreira Portugal
Doutoranda em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestre em Antropologia Social pela mesma instituição. Graduada em Ciências Sociais (Bacharel e Licenciatura) com ênfase em antropologia pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Realiza pesquisa com o povo Pataxó no extremo sul da Bahia, tendo como foco etnográfico questões de cosmologia, corpo, gênero, práticas de cuidado, territorialidade e religiosidade. Atua como membra pesquisadora no grupo de pesquisa "GAIA: Núcleo de Estudos dos Povos da Terra" vinculado a UFES; e nos grupos de pesquisa "Etnografia, Linguagem e Ontologia - ELO" e "Humanimalia - Antropologia das Relações Humano-Animais", estes dois últimos vinculado ao Laboratório de Etnologias Transespecíficas da UFSCar.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/5065659884042600
Larissa Longano Barcellos
Professora temporária na Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne e doutoranda em Antropologia na École Pratique des Hautes Études (EPHE-PSL). Mestre em Governança Ambiental pela Albert-Ludwigs-Universität Freiburg (2020) e em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (2015). Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2012). Laureada com a bolsa de campo da Fondation Martine Aublet e do musée du quai Branly - Jacques Chirac (2024-2025). Associada ao Laboratoire d'anthropologie sociale (LAS - UMR 7130 CNRS/Collège de France/EHESS/EPHE) e membro da equipe Anthropologie linguistique (LAS). Participou do projeto The Whole Life Academy Berlin (Haus der Kulturen der Welt, 2021-2022). Foi assistente do projeto de pesquisa de proveniência e restituição da coleção Alexander Ecker da Universidade de Freiburg (ACT/DZK, 2021). Foi membro do Comitê Local de Freiburg da International Forestry Students' Association (IFSA), integrando a delegação da juventude em eventos internacionais, como a 24a Reunião do Comitê de Florestas (COFO 24) da FAO da ONU. Desenvolve pesquisa acadêmica na Amazônia ocidental.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/2158956621833360
Leandro Durazzo
Doutor em Antropologia Social (PPGAS/UFRN) e mestre em Linguística e Línguas Indígenas (Museu Nacional/UFRJ), pesquisa Etnologia Indígena no Nordeste do Brasil, estudando registros linguísticos, políticas de revitalização e manutenção de línguas indígenas, educação, território, conhecimentos, saúde e práticas tradicionais. Realizou estágios de pós-doutorado em Antropologia Social (UFRN) e Psicologia (UFRN). Tem experiência com territorialidades indígenas, de povos e comunidades tradicionais e políticas públicas. Desenvolveu investigações, em nível doutoral, na área de História e Cultura das Religiões pela Universidade de Lisboa, possuindo Mestrado em Letras pela UFPE, Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais pela UNESP - Araraquara. Desenvolveu estudos das tradições Chan/Zen e Terra Pura do budismo de matriz chinesa, sobretudo em contraste com as sociedades ocidental e brasileira. É coordenador adjunto do obPALA: Observatório de Psicologia Ambiental Latino-Americana (UFRN), membro da European Network for Psychological Anthropology (ENPA), da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO). Atua como consultor de desenvolvimento social e analista de salvaguardas socioambientais em diferentes projetos (Banco Mundial, WWF, FUNBIO, Ministério dos Povos Indígenas, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima), e tem experiência como antropólogo-coordenador de Grupos Técnicos de Identificação e Delimitação de Terras Indígenas (FUNAI).
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/9012872558274565
Gabriel Novais Cardoso
Mestre em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da
Universidade Federal da Bahia (PPGA/UFBA) e Bacharel em Ciências Sociais, com
área de concentração em Antropologia, pela Faculdade de Filosofia e Ciências
Humanas da UFBA. Atualmente, exerce a função de Antropólogo (Técnico de Nível
Superior) na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), atuando na
Coordenação de Políticas Afirmativas (CPAFIR), vinculada à Pró-Reitoria de Políticas
Afirmativas e Assuntos Estudantis (PROPAAE). É pesquisador egresso do Grupo de
Pesquisa em Etnologia, Linguística e Saúde Indígena (ETNOLINSI) e pesquisador
membro do Grupo de Pesquisa Etnografia, Linguagem e Ontologia (ELO). Integrou,
também, projeto de assessoria linguística para revitalização e "retomada" da língua
indígena do povo Kiriri (território localizado no município de Banzaê-BA), perpassando,
além do trabalho técnico com o material linguístico, a formação de professores
indígenas em linguística, objetivando seu protagonismo em todo o processo.
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/9672228805382990